terça-feira, 28 de setembro de 2010

Não somos um tabuleiro de xadrez

Tecnologia meio para ganha tempo e precisão reduzir esforços. E foi pesando assim que o século XIII achou que todos iram beber chá e fumar o dia todo que aviriam inventos que retirariam a triste face laboriosa da vida, para quem visse labor em algo, mas à frente no tempo ganhamos vários aparatos armas para troca de sistemas sociais e algumas outras lindas armas em forma de programas de auditório e comercias de TV e comida congelada.

É certo que o rei pode compra a música o musico e a flauta, mas quem dá o tom? , não quero propor uma guerra já existe varias que são as mesmas todos os dias, nos os braços vamos engolindo calados e oprimidos certos desaforos feito por humanos, pensei que a tecnologia nos defenderia de animais, doença, catástrofes ambientais, mas para lazer e luxo soberbas de alguns estamos sucumbindo acredito que criamos costumes e que fizeram transforma amor em lucro divino em ouro, não quero passar por cima e para o outro lado do club the tie com suas convicções, escapando da miséria econômica não se escapa do empobrecimento da vida, o que Niccoló Machiavelli quis dizer?   se quer pode ter sem dúvidas mas os fins justificam os meios você e o meio a experiência a parte a ser justificada faça o teste como nosso querido personagem Dostoiévskiano do romance crime e castigo pague o preço se for capaz somos humanos e não um tabuleiro de xadrez. A ganância inescrupulosa burguesa não vai para, o certo e que o sol afeta todos nos de uma forma ou de outra para ser poético não digo o petróleo nos afeta de um a maneira ou de outra, por isso convido a todos para dar o tom, e que seja preto e branco. 

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